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Depressão, um mal que atinge milhões de pessoas no mundo, e uma das doenças que mais incapacita no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde- OMS, no mundo são mais de 300 milhões de pessoas que sofrem com a Depressão, já no Brasil são mais de 12 milhões, mal que não escolhe sexo, cor ou classe social, todos estão sujeitos a conviver com esta doença, que apesar de se falar muito, ainda é alvo de preconceito por falta de conhecimento e informação.
Na Grécia
antiga a depressão era chamada de melancolia, descrita historicamente pela primeira
vez por Hipócrates, considerado o pai da medicina. Na Europa medieval também
foi chamada de acídia, era também associada a um estado pecaminoso, o
que dificultou o tratamento da doença.
Somente em
1680, o termo depressão é usado pela primeira vez, para descrever um
estado de tristeza e desânimo, e a partir do século XIX o termo é utilizado com
mais amplitude de acordo com o avanço da psiquiatria e psicologia.
Atualmente
existem muitas formas de tratamento para depressão, resultado de pesquisas desenvolvidas
que levaram a criação de medicamentos e maneiras de tratar a doença, em alguns
casos é alcançada a cura, em outros o paciente convive com terapias constantes
e uso de medicamentos que garantem uma boa qualidade de vida.
É importante
ressaltar que, uma pessoa depressiva necessita muito do apoio familiar e de
amigos, para superação da doença.
Depressão não é frescura, não é fraqueza, é doença e tem tratamento, ao
menor sinal deve-se procurar ajuda de profissionais. Os sintomas são muitos, tristeza profunda, desanimo, falta de estímulo, entre outros, os sintomas podem se manifestar fisicamente, como dores em determinadas partes do corpo, manchas e enfraquecimento do sistema imunológico. Para quem não pode pagar consulta,
poderá procurar qualquer Unidade Básica de saúde, o médico da unidade realizará encaminhamento
para um especialista.

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